• Aumenta la acumulación de basura en las calles de Cuba

    Mientras las temperaturas ascendían en los últimos días y se acercaba la temporada de lluvias, un creciente desasosiego comenzó a apoderarse de los vecinos de la calle Belascoain, en La Habana. Sobre el asfalto de la calle, un basurero improvisado iba creciendo. En la pila de desperdicios había bolsas rotas, papeles, cartones, escombros y sobras de alimentos pudriéndose. Moscas y gatos rondaban mientras el hedor era esparcido por la brisa del cercano mar. Al bloqueo energético que provoca en Cuba cortes de luz de 20 horas, la falta de agua y de transporte y la semiparalización de la vida doméstica, se sumó en las últimas semanas la ingente acumulación de basura en algunos puntos de La Habana y las principales ciudades del país. Debido a la escasez del servicio de recogida de basura, los vecinos comenzaron además a quemarla provocando destrozos en la infraestructura pública y disparando la preocupación de autoridades y expertos por sus efectos insalubres. Este adverso contexto ha dado pie, no obstante, al nacimiento de algunas iniciativas ciudadanas para combatir la acumulación de los desechos. “Estamos frente al Hermanos Ameijeiras, un hospital famoso en este país”, dijo a The Associated Press María Odalys Ramírez mientras elevaba la vista al edificio que se erige con sus 24 pisos en el corazón del municipio de Centro Habana. El centro médico colinda con el vertedero sobre la calle Belascoain. “Lo que usted está mirando es deprimente. La situación que hay con la basura en esta zona, las moscas, la insalubridad, las ratas”, se lamentó Ramírez, una ama de casa de 63 años que, apenas abre la puerta de su casa cada día, se topa con pilas de desperdicios. Los desechos se acumulan cerca de escuelas, restaurantes y paradas de taxis. Hay calles parcialmente bloqueadas por la basura, mientras automóviles, bicis y peatones pasan esquivándola. Los vecinos se quejan de que los camiones recolectores trabajan irregularmente.

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  • Hanói: Comienza la construcción de la planta de conversión de residuos en energía AMACCAO – Thanh Cong, con un valor de 3 billones de VND.

  • La nueva moda: así es el reciclaje de productos de cocina que irrumpen en el mundo de la moda

  • Más de 100 mil toneladas de residuos evitaron rellenos sanitarios gracias al reciclaje

  • La falta de carburante paraliza a camiones de basura en Cuba – El Diario – Bolivia

Atualizações

Big Apple gives away 5M pounds of compost produced from city’s recycled table scraps: ‘Black gold’ – AOL

New York’s new symbol could be a rotten apple. The city’s nastiest table scraps — from old coffee filters to spoiled spinach bunches and greasy boxes — are being recycled back into food and flowers, as residents across the five boroughs have collected some 5 million pounds of decayed waste produced under New York’s controversial composting law. An estimated 10,000 urban farmers have used the recycled scraps — which they dub “Black Gold” — to nourish their home gardens and grow what they say are “unbelievable” crops. “This compost produces great vegetables. My fig trees love this stuff. I got four fig trees and they grow so many figs — I can’t keep up. You taste the difference in your fruits and vegetables using this compost. Oh, my word, it’s unbelievable,” said Dominick Rondinelli, 76, who says he takes as many bags of compost as he can grab from the Staten Island Compost Facility’s free giveaways. “It’s not horse manure. It doesn’t give off an odor. Your neighbors can’t complain, or your wife. I was here last year as well. I take all of the bags they will give me, and what I don’t use, I give to my friends. Who would give someone a gift of a bag of dirt? Only me!” Of the five boroughs, Queens has returned the majority of the “black gold” crafted by the Department of Sanitation through its intense composting program. The World’s Borough has passed out more than 1,375,200 pounds of compost between its two collection sites so far this year — making up roughly 28% of the recycled food scraps that the city has passed out for free. The borough itself collects more than the impressive 1,237,200 pounds of compost that the DSNY has handed over directly to community gardens, schools and other nonprofits throughout the city. Staten Island is the only other borough that could give Queens compost lovers a run for their money — 1,135,200 pounds of claimed compost have been picked up from the Staten Island Compost Facility so far this year.

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Researchers convert HDPE plastic waste into high-quality graphene via flash Joule heating for supercapacitor applications | Graphene-Info

Researchers from India's Homi Bhabha National Institute and Bhabha Atomic Research Centre have demonstrated an efficient route for converting high-density polyethylene (HDPE) plastic waste into high-quality turbostratic graphene using flash Joule heating (FJH), while directly validating its performance in supercapacitor electrodes. The approach relies on rapid capacitive discharge to drive extremely fast resistive heating of the polymer precursor, reaching temperatures above 2500°C within milliseconds. This ultrafast thermal spike induces carbonization and graphitization in a single step, eliminating the need for external furnaces, catalysts, or solvents. Compared to conventional graphene production routes such as chemical vapor deposition or chemical oxidation, the FJH process is significantly simpler, avoids hazardous chemicals entirely, and reduces both energy consumption and environmental impact. HDPE, a widely used thermoplastic found in packaging and consumer products, represents a major fraction of global plastic waste. Its chemical stability and high molecular weight make it persistent in the environment, contributing to long-term pollution and microplastic formation. Traditional recycling methods often downgrade its value due to polymer degradation, and only a small portion of the more than 400 million tonnes of plastic produced annually is effectively recycled. Converting such waste into graphene offers a compelling upcycling pathway, transforming a low-value pollutant into a high-performance nanomaterial. Material characterization confirms the high quality of the synthesized graphene. Raman spectroscopy shows a high I2D/IG ratio of 1.22 and a low ID/IG ratio of 0.05, indicating well-ordered graphitic domains with minimal defects. Complementary analyses using Fourier transform infrared spectroscopy (FTIR), scanning electron microscopy (SEM), and transmission electron microscopy (TEM) further validate the formation of turbostratic graphene structures. Th...

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Banco Alimentar inicia nova campanha de recolha nos supermercados

O Banco Alimentar Contra a Fome lança este fim de semana uma campanha de recolha de alimentos em mais de dois mil supermercados, mobilizando cerca de 40 mil voluntários em todo o país. A iniciativa surge num momento crítico, com um aumento significativo de pedidos de apoio por parte de famílias carenciadas, pressionadas pela subida do custo de vida, dos combustíveis e da habitação. Quem não puder participar presencialmente pode contribuir online, através da plataforma "Alimente esta Ideia", que já angariou milhares de litros e quilos de produtos essenciais nos primeiros três dias de doações digitais.

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O maior e mais caro aterro sanitário da Terra está localizado a 400 quilômetros acima da atmosfera, em órbita contínua

Ao redor da Terra acumulam-se mais de 33 mil objetos rastreáveis em órbita — e quase metade é simplesmente lixo espacial. Foguetes abandonados, satélites inativos e fragmentos de colisões representam uma ameaça crescente a infraestruturas críticas como GPS e comunicações. O problema mais perturbador não é o diagnóstico, mas a ausência de solução: diferente do lixo terrestre, o que sobe para o espaço, lá fica.

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Nepal começou a encher ruas com toneladas de resíduos plásticos com um objetivo: tornar-se mais sustentável

Com mais de 400 milhões de toneladas de plástico produzidas por ano — grande parte em embalagens descartáveis difíceis de reciclar — o Nepal encontrou uma solução surpreendente: transformar esse resíduo em asfalto. O plástico não é simplesmente espalhado pelas ruas, mas incorporado à estrutura do pavimento, e alguns especialistas afirmam que o resultado é até superior ao asfalto convencional. A ideia, já testada em países da Ásia, Europa, África e Américas, ganha força como alternativa sustentável para dois problemas globais ao mesmo tempo.

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Engenheiros do MIT projetam treliças de piso impressas em 3D a partir de plástico reciclado em apenas 13 minutos por peça, su

Treliças de piso produzidas com plástico reciclado por meio de impressão 3D surgem como uma alternativa promissora para estruturas leves na construção civil. A tecnologia combina sustentabilidade e inovação, aproveitando materiais descartados para criar componentes estruturais com menor peso e impacto ambiental. A tendência aponta para uma transformação no setor, onde resíduos plásticos deixam de ser problema para se tornar matéria-prima de alta precisão.

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Um homem constrói telhados com papelão e resíduos agrícolas para moradias precárias, e após instalar centenas deles, mostra que o impacto pode ser simples, acessível e escalável

Tecnologia inovadora está transformando a vida de milhares de famílias em comunidades vulneráveis: placas modulares fabricadas a partir de resíduos reciclados substituem coberturas precárias por soluções ecológicas e eficientes. A solução garante conforto térmico e proteção duradoura para populações de baixa renda, unindo sustentabilidade e impacto social em uma única inovação.

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Reciclagem avança, mas ainda esbarra em questões tributárias e baixa reciclabilidade

No ESG Summit da EXAME, especialistas debateram estratégias inovadoras para transformar resíduos em oportunidades econômicas e impulsionar a economia circular no Brasil. O encontro reuniu lideranças do setor para discutir como empresas podem integrar a circularidade em seus modelos de negócio, gerando valor financeiro e reduzindo impactos ambientais. O tema reforça a crescente convergência entre sustentabilidade e competitividade empresarial.

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União entre recicladores e MST transforma resíduos orgânicos em adubo – MST

O MST e a Cooperativa de Trabalho dos Recicladores de Orlândia (Cooperlol) deram um passo decisivo na construção de um futuro mais sustentável com o lançamento do projeto piloto "Reciclar & Plantar" no assentamento Mário Lago, em Ribeirão Preto/SP. A iniciativa integra reciclagem de resíduos orgânicos e práticas agroecológicas por meio de uma técnica inovadora de baixo custo para produção de composto, unindo as famílias Sem Terra à expertise da Cooperlol — cooperativa que processa cerca de 120 toneladas de recicláveis por mês desde 2005. Sob o lema "transformando resíduos, cultivando vida", o projeto expande seu alcance além de Orlândia, apostando na força coletiva para gerar alimentos saudáveis e impacto ambiental positivo na região.

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O Japão cria um novo material que resolve um dos maiores problemas existentes do mundo

Pesquisadores japoneses do RIKEN Center for Emergent Matter Science e da Universidade de Tóquio desenvolveram um material similar ao plástico capaz de se dissolver completamente em água do mar em poucas horas, sem deixar microplásticos. A novidade representa um avanço direto contra um dos maiores desafios ambientais da atualidade: a contaminação por fragmentos plásticos persistentes nos oceanos. O material mantém resistência para uso cotidiano, mas desaparece ao entrar em contato com ambientes salinos.

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Lixo invisvel da Copa: papel de figurinha leva 100 anos para sumir | A TARDE

Em paralelo, a indústria química internacional afirma manter agendas de pesquisa abertas com os demais elos da cadeia de suprimentos para o desenvolvimento de soluções siliconadas com maior circularidade comercial e menor pegada ecológica nas próximas temporadas de colecionismo esportivo.

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